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terça-feira, 25 de junho de 2013

Ruth Rocha


Ruth Machado Lousada Rocha, nasceu em São Paulo, no dia 2 de março de 1931, filha dos cariocas Álvaro de Faria Machado, médico, e Esther de Sampaio Machado, tem quatro irmãos, Rilda, Álvaro, Eliana e Alexandre. É uma escritora brasileira de livros infantis.


Ruth Rocha
É membro da Academia Paulista de Letras desde 25 de outubro de 2007, ocupando a cadeira 38. Formou-se em sociologia política e começou a trabalhar como orientadora educacional no Colégio Rio Branco.
Hoje, Ruth Rocha tem mais de 130 títulos publicados, com traduções de 25 idiomas. As principais obras infantis de Ruth Rocha são:

  • Marcelo, Marmelo, Martelo
  • O Reizinho Mandão
  • SapoViraReiViraSapo, ou a volta do Reizinho Mandão
  • Catapimba
  • Meus Lápis de Cor são só Meus
  • Meu Irmãozinho me Atrapalha
  • A Menina que não Era Maluquinha
  • O Menino que Quase Virou Cachorro
  • Borba, o Gato
  • Escolinha do Mar
  • Faz Muito Tempo
  • O Que os Olhos Não Vêem
  • Procurando Firme
  • Gabriela e a Titia
  • Pra Vencer Certas Pessoas
  • Historinhas Malcriadas
  • A Arca de Noé
  • As Coisas que a Gente Fala
  • Bom Dia, Todas as Cores!
  • Como se Fosse Dinheiro
  • Davi Ataca Outra Vez
  • Este Admirável Mundo Louco
  • Faca Sem Ponta Galinha Sem Pé
  • Romeu e Julieta
  • Lindas Crianças


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Questão do Livro

Compare um LIVRO com:
  • Baú de Feiticeiro: Num livro não sabemos o que podemos encontrar, igual em um bau de feiticeiro
  • Navio pirata no mar: Com o livro podemos navegar pelas aventuras, igual a um navio pirata, que navega no mar.
  • Foguete perdido no ar: No livro podemos encontrar histórias infinitas, igual o que um foguete perdido no céu, pode encontrar.
  • Festa: Um livro é igual a uma festa, agitada e animada, e quando acaba você sente saudade.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Visita ao Hospital Sarah Kubitschek

No dia 11/06 os alunos do 6° e do 7° ano do Colégio São Paulo e alguns alunos da Escola Estadual Olímpia Rezende Pereira foram ao Hospital Sarah Kubitschek para assistirem a uma palestra sobre a prevenção dos acidentes.

          Os alunos do Colégio São Paulo sairão para o hospital ás oito horas da manha de terça-feira. Foram em quatro Micros-Ônibus, super confortáveis e um tanto luxuosos, que levaram o 6° e 7° anos, com aproximadamente vinte e oito assentos, e os professores que acompanharam a viagem, a Cristina, o Eder, o Vicente, a Gláucia e a Irmã Priscila
          Ao chegarem no hospital os alunos foram recebidos pela funcionaria do hospital Regina e foram levados para o auditório, que, como disse o Vicente:"Que auditório!" é sofisticado e aconchegante, para verem  o vídeo, com o auxilio e assistência da bibliotecária, Ana Paula. Vários itens foram citados na palestra, como: Os acidentes no trânsito - para evitar, use cinto de segurança, pois a principal causa dos acidentes é a falta dos cintos de segurança (principalmente nos bancos traseiros); Os acidentes por mergulho - para evitar, não salte de locais com alturas elevadas, pois aumentam o risco de ocorrer uma lesão medular; Os acidentes por queda - para evitar, é bom tomar cuidado com as escadas, em casa e na escola; As agressões por arma de fogo - para evitar, não tenha armas em casa, pois despertam a curiosidade das crianças e adultos, e por acidente pode disparar um tiro inesperado, e fique longe de brigas nas ruas, para evitar que balas perdidas te atinjam. 
          Após a palestra, todos receberam um lanche, que, como disseram os alunos:"Esse lanche, não pode ser chamado de lanche!", que foi uma caixinha de suco e um pacote de biscoitos "Pitstop" integral.
          Quando os alunos chegaram na escola, receberam três folhetos, sobre a prevenção de acidentes, para aprofundarem o conteúdo e nunca esquecerem, pois essas prevenções são muito importantes, em qualquer idade.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

As Formigas - Reprodução Alegre

               Quando eu e minha prima descemos do táxi  já era tardinha. Ficamos perplexas diante do maravilhoso sobrado com janelas estrelar, iguais a duas estrelas marinhas, uma delas com uma ponta há mais. Descansei a mala no chão e apertei o braço de minha prima.
               - É magnifico!
               Ela me impeliu na direção da portaria. Tínhamos escolha melhor. Nenhuma pensão nas redondezas oferecia uma infraestrutura melhor a duas estudantes medrosas, com quartos imensos e superconfortáveis e luxuosos, e ainda podíamos fazer quantas refeições quiséssemos, com cozinheiro de plantão. Subimos a escada rolante, cheirando há rosas.
               - Falta só ser de graça! – disse minha prima.
               A dona era uma jovem e charmosa garota, de roupa social e batom vermelha. Tinha cabelos loiros, perfeitos, presos por uma gominha colorida. Unhas brilhantes e salto alto.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Belo Horizonte

Em Belo Horizonte há vários lugares para se visitar, parques, onde podemos brincar, shoppings, onde bolsas, sapatos e roupas, que estão a nossa espera, restaurantes diversificados, árabe  italiano, japonês..., mas como toda cidade, BH tem seu lado ruim, agressivo e violento, por sinal, a população menos favorecida não tem direito a quase nada, escolas com ensino superior, trabalhos adequados e respeitados.
As propagandas do governo só mostram um lado de Belo Horizonte, a menor parte, a luxuosa. Mas com a outra eles não estão nem ai, com os adolescentes se drogando, e se viciando, bebendo, e endoidando.
Então BH vai mudar?? Ou vou ter que parar de me orgulhar, do lindo lugar em que eu pensava morar?

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Cástor Cartelli

Cástor Cartelli
         Nascido na Galícia, Espanha, veio para o Brasil ainda jovem e tornou-se cidadão brasileiro. Licenciado em letras clássicas, filosofia e ciências naturais, é mestre em geociências, tendo dedicado uma parte significativa de sua vida ao ensino e à pesquisa paleontológica.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Comentário sobre a entrevista com Leonardo Boff

          A aprendizagem ecológica não é ensinada somente nas escolas, mas especialmente em casa com os pais. É na família que os filhos e filhas aprendem os hábitos de cuidar do lixo, da água, das plantas, de não queimar nada, de reduzir o consumo, de reusar e reciclar.
          Mais e mais as escolas estão despertando para temáticas ligadas à ecologia, mas ninguém está preparado para trabalhar com questões de sustentabilidade, porque no processo de formação dos docentes não havia ainda a preocupação ecológica.
          Sabia que podemos destruir a vida na Terra em 25 formas diferentes? Por isso temos que cuidar do nosso planeta, se não vamos acabar como os dinossauros!!

sábado, 27 de abril de 2013

Semana Literária

          Na Semana Literária ouve muitas apresentações nas salas (alunos foram nas salas cantar, recitar poesias...), ouve teatros, contações de histórias, oficinas de cinemação, entrevista, gincana do estudante, também teve as exposições dos bonecos e dos azulejos, dos "monstros" e dos poemas de Vinícius de Morais.
          Acho que ano que vem os 6° anos poderiam fazer mais apresentações, mesmo com todas as exposições. 
          Não faltei dia nenhum, mas terça-feira passei-me mal, e sai do colégio mais cedo, somente um horário mais cedo.

Wagner Costa


Wagner Costa
Wagner Costa nasceu em São Paulo, em 1950, é jornalista, e durante muito tempo atuou como repórter policial em grandes jornais diários de São Paulo. Atualmente, como escritor, percorre escolas em todo o Brsil, proferindo palestras, conversando com alunos e professores.Diz: "Escrevo porque acredito naquilo que acontece quando a palavra se aninha no coração e na consciência das pessoas. Minha literatura nasce de/para crianças, adolescentes, aborrecentes".Livros publicados pela Editora Moderna:- Quando meu pai perdeu o emprego- O segredo da amizade- Das dores já passou- Eu, pescador de mim- Aí, né...e depois?
E-mail: wdacosta@uol.com.br

Luis Câmara Cascudo

Luís Câmara Cascudo
Luís da Câmara Cascudo nasceu em 30 de dezembro de 1898, em Natal, e foi um historiador, antropólogo, advogado e jornalista brasileiro. Passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo da cultura brasileira. Foi professor da Faculdade de Direito de Natal, hoje Curso de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O Instituto de Antropologia desta universidade tem seu nome. Pesquisador das manifestações culturais brasileiras, deixou uma extensa obra, inclusive o Dicionário do Folclore Brasileiro. O conjunto da obra de Luís da Câmara Cascudo é considerável em quantidade e qualidade: ele escreveu 31 livros e 9 plaquetas sobre o folclore brasileiro, em um total de 8.533 páginas, o que o coloca entre os intelectuais brasileiros que mais produziram. Luís morreu em 30 de julho de 1986, com 87 anos, em Natal.

Carlos Drumonnd de Andrade

Carlos Drumonnd de Andrade
Calos Drumonnd de Andrade nasceu em 31 de outubro de 1902, Itabira, com a filiação de Julieta Augusta Drumonnd e Carlos de Paula Andrade. Seus antepassados, tanto do lado materno como paterno, pertencem a famílias de há muito tempo estabelecidas no Brasil. Em 1925, casou-se com Dolores Dutra de Morais, com quem teve dois filhos, Carlos Flávio, que viveu apenas meia hora (e a quem é dedicado o poema "O que viveu meia hora"), e Maria Julieta Drummond de Andrade. Durante a maior parte da vida, Drummond foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguindo até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua filha. Além de poesia, produziu livros infantiscontos e crônicas.

Narrativa de Aventura - A tribo Mauá



Max
          Os cavaleiros medievais eram guerreiros que faziam parte da nobreza. Na Idade Média, a guerra era muito mais comum e os reis nessecitavam de cavaleiros para proteger o território ou conquistar novas terras e riquezas. Valentia, fidelidade e lealdade eram características exigidas num cavaleiro medieval.
          Mas nem todos tinham, ou nem queriam, a sorte de ser da nobreza. Como o Cauán, um indígena que fazia de tudo para proteger sua tribo (Mauá).
          Na formação de cavaleiros havia um, apenas um que não era o que todos pensavam de um cavaleiro. Armadura, o tinha. Espada, a mais brilhante. Faltava lealdade e fidelidade, Max pensava somente no poder que poderia adquirir.
Cauán
          Um dia, Max ficou sabendo da tribo Mauá e ficou pensando no que poderia fazer com o terreno, casas, plantações, opções infinitas, e isso subiu a cabeça de Max. Então foi ver o terreno e avisar os indígenas para sair do local, mas... Não foi bem como ele pensou. Cauán se opôs e desafiou Max a uma luta dois a dois, valendo o terreno. Max para não passar por covarde, aceitou.
          No dia seguinte, bem de manhãzinha, Max foi à tribo para a luta, com sua armadura e espada. E Cauán com somente sua flecha.
          A batalha tinha começado. Cauán foi para cima de Max com sua flecha pontiaguada, mas Max não aliviou para Cuán, defendeu com tudo, mas... ele não esperava o golpe que Cauán lhe deu. Max caiu e Cauán o matou.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Carta para: minha prima Rafaela

Belo Horizonte, 18 de abril de 2013

          Oi Rafa, 

          Estou escrevendo essa carta, afim de te contar um pouco sobre o livro: "Para ler, ver e ouvir" de César Obeid. Nesse livro há vários tipos de gêneros textuais, como: Embolada, Internetês, Rap, Entrevista,  Literatura de cordel, entre outros.

          Irei contar a história "A mulher que se casou com uma cobra" - Internetês:
O pai de uma bela jovem arranjou para a filha um casamento com o filho de um Brâmane, sem conhecer o pretendente. Quando foram conhecer o noivo, a bela jovem e seu pai se surpreenderam, pois o noivo era uma cobra.
Mesmo sendo uma cobra seu noivo, a bela jovem teve que se casar, como o prometido.
Após o casamento, dias depois, o pai da cobra descobriu o feitiço jogado em seu filho. O Brâmane quebra o feitiço, fazendo a cobra se transformar em um lindo homem.

          Agora irei contar um pouco sobre o fantástico autor desse livro: César Obeid.
 Em 1974, na capital de São Paulo nasceu César Obeid. Atual escritor e marido de Renata (professora de ioga).
Para escrever esse livro, César usou histórias que escutou em sua viajem para a Índia com a esposa: foram 30 dias em Rishikesh, uma pequena cidade aos pés do Himalaia, considerada a "capital" mundial do ioga, e mais 15 dias fazendo turismo também ao norte do país.

          Espero que tenha gostado e se interessar, leia o livro, pois vale a pena!
          Bjs


Ana Júlia Freire

Meu dia a dia

Celular, despertador, Mãe, sono. Banheiro, vaso, descarga, sono. Pia, água, sono. Escova de dentes, creme dental, dentes, água, sono. Pente, cabelo, sono. Quarto, armário, sono. Blusa, short, meia, tênis, sono. Cozinha, Mãe, leite com toody, batom, sono. Material, mochila, Mãe, porta, escadas, sono. Rua, escola, carteirinha, sono. Arquibancada, conversa, sono. Correria, escaninho, livos, cadernos, sono. Sala de aula, sono. Sinal, Português, professora, caderno, livro, estojo, caneta, corretivo, lapiseira, borracha, atividade, sono. Sinal, Artes, professora, desenho, pintura, sono. Sinal, Português, professora, caderno, livro, estojo, caneta, corretivo, lapiseira, borracha, atividade, sono. Sinal, patio, Recreio, lanche, barulho, conversa, sono. Banheiro, vaso, descarga, sono. Pia, espuma, água, sono. Sinal, quadra, Educação Física, exercício, vôlei, futebol, basquete, sono. Sinal, sala de aula, Matemática, professor, caderno, livro, estojo, caneta, corretivo, lapiseira, borracha, cálculo, sono. Sinal, correria, escaninho, livro, cadernos, sono. Vôlei, exercício, toque, saque, manchete, suor, sono. Mãe, casa, sono. Banheiro, chuveiro, água, shampoo, água, condicionador, água, sabonete, espuma, água, sono. Toalha, desodorante, pente, cabelo, sono. Quarto, armário, roupa, sono. Cozinha, prato, garfo, faca, comida, mesa, Mãe, sono. Caderno, livro, estojo, caneta, corretivo, lapiseira, borracha, dever, dever, dever, dever, sono. Noite, cozinha, prato, garfo, faca, comida, mesa, Mãe, sono. Quarto, armário, camisola, sono. Cama, televisão, novela, sono. Banheiro, vaso, descarga, sono. Pia, água, sono. Escova de dentes, creme dental, dentes, água, sono. Pente, cabelo, sono. Batom, sono. Quarto, cama, televisão, novela, sono. Coberta, travesseiro, sono.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Flora Sussekind


Flora Süssekind é professora da Unirio e pesquisadora da Casa de Rui Barbosa  (Foto: Paulo Jabur)Flora Sussekind hoje é professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e pesquisadora da Casa de Rui Barbosa. Nascida no Rio de Janeiro em 1955, diz que o crítico é aquele que “consegue dialogar com sua contemporaneidade”. Tem graduação em Letras (1977), mestrado em Letras  (1982) e doutorado em Letras pela, todos pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1989). Autora de diversos livros, entre eles clássicos como "Tal Brasil, qual romance?" (1984) e "O Brasil não é longe daqui" (1990).

quarta-feira, 27 de março de 2013

César Obeid


César Obeid
 César Obeid é escritor, educador e contador de histórias. Alguns de seus livros foram premiados pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – PNLIJ. Seu livro Pela voz do cordel, em coautoria com Maria Augusta de Medeiros, ganhou o 2º Concurso Literatura Para Todos, do MEC, na categoria tradição oral. Frequentemente escreve matérias e artigos para jornais e revistas, como.

Eu indico: www.audioambiente.com.br

segunda-feira, 25 de março de 2013

Vinícius de Morais

Vinícios de Morais
Vinícius de Moraes foi um diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro. Poeta essencialmente lírico também conhecido como "poetinha", apelido que lhe teria atribuído Tom Jobim, notabilizou-se pelos seus sonetos. Vinícius de Moraes nasceu em 1913 no bairro da Gávea, no Rio de Janeiro, filho de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes e Lídia Cruz, faleceu no dia 9 de julho de 1980, com 66 anos. Estudou na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Na noite de 9 de julho de 1980, acertando detalhes com Toquinho sobre as canções do álbum "Arca de Noé", Vinicius alegou cansaço e que precisava tomar um banho. Na madrugada do dia seguinte Vinicius foi acordado pela empregada, que o encontrara na banheira de casa, com dificuldades para respirar. Toquinho, que estava dormindo, acordou e tentou socorrê-lo, seguido por Gilda Mattoso (última esposa do poeta), mas não houve tempo e Vinicius de Moraes morreu pela manhã.
Mesmo após a morte, a obra musical de Vinicius manteve-se prestigiada na música brasileira. Foram lançados os álbuns Toquinho, Vinicius e Maria Creuza - O Grande Encontro (1988) e A História dos Shows Inesquecíveis - Poeta, Moça e Violão: Vinicius, Clara e Toquinho (1991), além de terem sido lançados livros sobre o poeta, como Vinicius de Moraes - Livro de Letras (1993), de José Castello, Vinicius de Moraes (1995), também de José Castello, "Vinicius de Moraes" (1997), de Geraldo Carneiro (uma edição ampliada do livro publicado em 1984). Ainda em 1993, Almir Chediak editou os três volumes do Songbook Vinicius de Moraes.
Em 2003, ano em que o poeta completaria seu 90º aniversário, foram lançados vários projetos em tributo à sua criação artística. Também foi lançado o website oficial de Vinicius.

Victor Hugo

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Victor Hugo
Victor-Marie Hugo, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. Victor nasceu no dia 26 de fevereiro de 1802, Besançon, e faleceu no dia 22 de maio de 1885, Paris. Casou-se com Adèle Foucher (de 1822 a 1868), os dois tiveram cinco filhos, Léopoldine Hugo, Adèle Hugo, Charles Hugo, François-Victor Hugo. Victor Hugo foi o terceiro filho de Sophie Trébuchet e Joseph Hugo.
        Victor Hugo passou a infância entre Paris, onde foi educado por muitos tutores e também em escolas privadas, Nápoles e Madrid. Considerado um menino precoce, ainda jovem tornou-se escritor, tendo em 1817, aos 15 anos, sido premiado pela Academia Francesa por um de seus poemas.
        Em 1821, Hugo publicou seu livro de poesias, "Odes et poésies diverses" (Odes e Poesias Diversas), com o qual ganhou uma pensão, concedida por Luís XVII. Um ano mais tarde publicaria seu primeiro romance, "Han d'Islande" (Hans da Islândia).

domingo, 24 de março de 2013

Biografia da Personagem: Yasmim


Em 1291, durante uns 40 dias do verão, na cidade Vinco, em Larf, era um brilho imenso de dia, e anoite era alegre, quase todos os adultos saiam para dançar e se divertir. Mesmo nesse tempo ouve uma noite, uma única noite onde foi o inicio para uma nova Era, de alegria e amor, no mundo dos VAMPIROS.
          Em uma noite fria, escura e um tanto assustadora, todas as pessoas da cidade Vinco estavam em casa, não se via um carro na rua, nem uma luz na cidade estava acesa. Apenas uma bem escondidinha no final de uma das ultimas ruas da cidade.
            Nascia uma linda menininha chamada Yasmim, com cabelos compridos, loiros e sedosos, mais lindos do que se possa imaginar, e com maravilhosos olhos azuis, parecendo dois topázios, filha de pais muitos obscuros como diziam os vizinhos, mas tinha um motivo para serem tão sombrios, os dois eram vampiros! E como dizem: “Tal mãe, tal filha”, a bela menina era uma vampira. Nesse dia, exatamente quando Yasmim nasceu apareceu no céu uma luz, um sinal. E junto com Yasmim nasceu a Lua Cheia, e seus pais mesmo a amando muito, sabiam que essa menina iria dar problema pra eles. Pois, aquela menina meiga e delicada, não iria se conformar com a vida dos vampiros.
            Yasmim vivia igual a qualquer criança, mas se escondia do sol. Quando Yasmim percebeu que era uma vampira, e vivia em um mundo de guerra, ficou contrariada com seus pais.
          Já mais velha, Yasmim se apaixonou por um garoto da escola. Ele também parecia gostar muito dela. Os dois começaram a namorar. Mas Yasmim não teve coragem de contar quem ela era de verdade, um monstro. Depois de se formar, as coisas ficaram mais difíceis, seu namorado, André, quis conhecer seus pais. O que foi difícil, pois eles não aceitavam que Yasmim namorasse um mortal.
           Yasmim, até dava razão aos seus pais, pois André corria perigo estando com ela. Ainda mais nessa idade, que Yasmim estava tendo mais efeitos dos poderes especiais, como força bruta, ler as mentes dos humanos, ficar mais pálida e brilhar, quando exposta muito tempo ao sol.
          André não ligava, para suas diferenças com Yasmim, ele a amava e sabia disso, não importava o resto. Com isso Yasmim contou a André que não era uma garota normal. Mas também contou que nunca tinha matado, nem sugado sangue de ninguém, e era contra isso.
          Juntos, foram até os pais de Yasmim falaram da injustiça e que não concordavam, e iriam lutar até o final, para defender pelo o que acreditavam.
          Assim ouve uma batalha entre os vampiros, foram poucos defendendo com Yasmim e André. No final, Yasmim, os outros vampiros e seus pais venceram a luta com muito esforço, e violência. Poucos vampiros ficaram vivos, Yasmim e seus pais foram uns dos sobreviventes, pois tinham uma força superior aos demais vampiros. Já André não sobreviveu, mas ajudou Yasmim até a morte. Lutou por seu amor e morreu feliz. Mesmo deixando todos muito tristes pela morte de André e alguns parentes, Yasmim e seus pais tinham muito a comemorar, pois mudaram a história do mundo dos vampiros.
Até hoje Yasmim e seus pais podem estar morando conosco, do nosso lado. Então fiquem atentos e não se preocupem, os vampiros não mordem, nem matam mais, são pessoas normais, com algumas habilidades a mais.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Marina Colasanti

Marina Colasanti
Marina Colasanti nasceu no dia 26 de setembro de 1937, em Asmara, Etiópia. Possui nacionalidade brasileira e  naturalidade italiana. Ainda na infância seus familiares retornam ao solo italiano, onde ela morou ao longo de 11 anos. Daí eles partem para o Brasil, depois do início da Segunda Guerra Mundial. Neste local eles desembarcam em 1948, fixando-se no Rio de Janeiro.
Marina escreveu poesias, lançando seu primeiro volume poético, "Cada Bicho seu Capricho", em 1992. Dois anos depois ela ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia pelo livro "Rota de Colisão", de 1993. Sua obra infantil também foi contemplada por esta premiação, conquistada por "Ana Z Aonde Vai Você?", de 1999.
Ela também visitou constantemente o gênero das crônicas, compiladas em diversas obras, entre as quais "Eu Sei, mas não Devia", de 1992. Nestas histórias breves a escritora medita sobre eventos corriqueiros, abordando normalmente questões femininas, o amor, a produção artística, as questões sociais de nosso país, revelando sempre profunda delicadeza.
Marina apresenta em sua obra a marca da diversidade, entre contos, poesias, produções em prosa, literatura infanto-juvenil. Sua primeira publicação infantil foi o livro de contos "Uma Ideia toda Azul", de 1979, que logo conquistou o prêmio O Melhor para o Jovem, concedido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
Muitos de seus livros já foram traduzidos para o espanhol. Marina, além de escrever, também ilustrou grande parte de seus livros infanto-juvenis. Outros prêmios conquistados pela autora foram os da Câmara Brasileira do Livro, da Associação Brasileira de Críticos de Arte, do Concurso Latino-americano de Cuentos para Niños, e o Prêmio Norma-Fundalectura latino-americano.


domingo, 10 de março de 2013

Minha Autobiografia (Trabalho de História)

Eu sou Ana Júlia, tenho 10 anos, e nasci no dia 18/03/2002, como consta na minha certidão de nascimento. Quando fui crescendo conquistei mais documentos como minha carteira de identidade, carteirinha escolar, carteira de vacinação entre muitas outras.
Antes da minha mãe engravidar e eu ia nascer ela ganhou um cãozinho chamado Vitorio Bill. Ele acompanhava minha mãe em tudo, ou quase tudo. Mas principalmente na gravidez. Quando minha mãe descobriu que estava gravida, ficou preocupada, porque o cãozinho adorava brincar com seus brinquedinhos, como a bolinha, o ursinho... E pouco tempo antes do meu nascimento, minha mãe colocou uma cesta com meus futuros brinquedinhos no chão do meu quarto e disse a ele que não podia mexer, e depois de muito tempo mamãe foi no quarto e achou a cesta intacta, depois disso Vitorio nunca mais pegou nenhum brinquedo, nem mesmo os dele.
Quando eu estava com alguns meses minha vó fez para mim uma camisola combinado com o bichinho que ela também fez pra mim, como o bichinho era tão esquisito. Eu o chamava de “Monstrinho” e pensava que os monstros eram todos daquele jeito e não ficava com medo.
Quando eu tinha 1 aninho e pouco minha mãe, meu pai, e minha babá ficavam falando comigo pra dizer o nome deles, como minha mãe ficava toda hora falando: “_Filhinha, fala mamãe!”. E meu pai: “_Filhinha, fala papai!”. E minha babá: “_Meu amor, fala Tica!”. Acho que eu estava sendo tão pressionada que desapontei todos, porque não falei “mamãe”, nem “papai” e nem “Tica”. Falei “Biiiiilll”. E o cãozinho foi batizado de Bill.
Em 2006, quando eu entrei para o Colégio São Paulo encontrei não só amigas,  mas irmãs, mães e pais, que me acolheram quando eu mais precisava e ficam comigo até hoje, são amigos verdadeiros. Só digo uma coisa, eu nunca os esquecerei, estarão guardados no meu coração para sempre.
Quando eu tinha 6 anos meus pais se separaram e eu fiquei bastante triste, preocupada e com medo. Mas pra me consolar minha mãe me deu uma gatinha de pelúcia e eu a batizei de Fina, pois era tão fininha... Ela ficou comigo nos momentos bons e ruis, ela era minha “melhor amiga”.
Em 2008, o meu aniversário de 06 anos foi o ultimo aniversário que meu pai foi, e o ultimo evento que ele presenciou desde a separação, depois disso ele foi  na formatura do PROERD, ano passado. Mas nós nos víamos de vez enquanto.
Na Copa do Mundo de 2010, em uma segunda-feira feira normal, meu cachorrinho Bill morreu, com uma parada cardíaca. Fiquei triste e chorei muito e muito mesmo. Minha mãe preocupada comigo me deu um cachorrinho de pelúcia, igualzinho ao Bill de verdade, e o batizou de Bill. Estou com ele até hoje.
Hoje ainda estou no Colégio São Paulo com minhas amigas, enfrentando a vida como ela é, e  aproveitando completamente.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Objetivo do Blog

Oi galera, 
Eu sou Ana Júlia Freire e estou entrando para o mundo virtual, trazendo muito conhecimento, textos, projetos e muito mais.
Com o auxilio da Professora Maria de Loudes e com a colaboração do Colégio São Paulo
Então espero que vocês gostem e aproveitem ao máximo.